Muito além da roupa suja

Vôo doméstico nos EUA

Duas mil quinhentas e sessenta e oito milhas (e meia) separam Nova York de San Francisco. Isto é equivalente a 4133 km. De avião, são 6 horas e meia voando. Sim, quase  o mesmo tempo de vôo entre São Paulo e Miami; mas com uma grande diferença: o vôo é doméstico (e estava lotado).

A nossa aeronave era daquelas com configuração 3×3, internet e telas individuais. Tinham alguns poucos programas de TV disponíveis sem custo. Todos os outros seriados e filmes eram pagos (aproximadamente 7 dólares), os joguinhos também. Internet, idem. A minha sorte é que eu estava bem acompanhada por um livro muito legal e não senti falta de ver TV. Fiquei lendo e ouvindo música o tempo todo, praticamente. Não tive muito drama com a falta de espaço entre as cadeiras.
Na verdade, essas horas todas dentro do avião foram bem entediantes e quando eu tento me lembrar de alguma coisa, é como se houvesse uma grande lacuna na minha mente, não me recordo de nenhum detalhe absolutamente. Então, quando digo que li e ouvi música o tempo todo, é uma especulação. Bottom line: leve seu próprio entretenimento.

Open bar de água e  petiscos! OBA!!
Open bar de água e petiscos! OBA!!

No serviço de bordo está disponível algumas bebidas (água, refrigerante, etc) e é open bar de amendoim, biscoito e mini-pretzel. Qualquer outro tipo de comida é pago. Tive azar, pois minha fome me pegou desprevenida e eu tive que desembolsar uns 7 dólares por um prato de queijos e frutas (que me parecia a opção com menor potencial de ser horrível).
O queijinho até estava gostoso, apesar de superfaturado. Mas foi por causa dele que me veio uma luz, percebi um negócio que mudou minha vida pra sempre. Viu… por que eu não levo comida pra dentro do avião? Eu sei que não é nenhuma idéia genial e é um negócio que eu até demorei muito pra perceber, mas me deixou tão feliz!

E a garrafa de água, gente? Tanto tempo que eu perdi na minha vida! É uma delícia a independência de ter uma garrafa de água no avião! Eu acho tão chato ter que pedir água toda hora pro comissário, como se ele fosse um garçom, ou então ter que ir sempre até o fundo do avião buscar um copinho.
As regras de aeroportos permitem, sim, que você embarque com seu lanche. Desde de que ele tenha sido comprado na área de embarque, depois de passar pela segurança. Então, agora eu estou muito feliz, porque sempre vou levar um petisquinho pro avião, pra não precisar depender da comida xexelenta. Afinal, essa “dica” também vale para vôos internacionais!

 

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