Roteiro San Francisco: primeira viagem

San Francisco é uma cidade que eu amei demais e não vejo a hora de voltar! É uma cidade grande mas que, ao mesmo tempo, tem uma atmosfera muito acolhedora, tranquila. A cidade é toda colorida (em todos os sentidos) e as pessoas são um pouco mais desencanadas do que, por exemplo, em NY. Se importam menos com a opinião dos outros e não ficam se preocupando em ser diferentes, simplesmente são.Acho que espontânea é a palavra que eu procuro.

San Francisco é espontânea.

Roteiro San Francisco: primeira viagem

Tendo dito isso, vamos ao objetivo do post. Montei para vocês um roteirinho para 4 dias inteiros em San Francisco, novamente focado em quem vai pela primeira vez. Este não é o roteiro que eu fiz pra minha viagem porque, como tinha o feriado no meio, eu já saí daqui sabendo que várias atrações não iam rolar.

Ao invés de numerar os dias, eu preferi usar letras dessa vez. Assim, fica mais claro que vocês podem montar a ordem da maneira que quiserem. Outra coisa é que as programações estão com bastante gordura, então é bem provável que sobre bastante tempo no final do dia. Lógico que isso depende do seu estilo de viagem, preferências e tempo que gastar em cada atração. Se quiser programação intensa e apartada, dá pra fazer tudo em uns 3 dias.

As programações estão bem ecléticas, então acho que vai facilitar para vocês usarem como base para montar o próprio roteiro.

Dia A

  • Pier 39 (lojinhas, Boudin Bakery, leões marinhos e, quem sabe, um passeio de barco?)
  • Fisherman’s Wharf (com Musée Mecanique)
  • Ghirardelli Square
  • Lombard Street (a parte sinuosa fica entre as ruas Hyde e Leavenworth)
  • Bondinho até Union Square

pier 39 san francisco

Posts sobre Pier 39 aqui e, sobre compras na Union Square aqui.
Sobre o bondinho, eu não recomendo muito pegar essas linhas históricas que vão do pier até o centro. Geralmente, a fila é bem grande. Uma outra opção de transporte entre esses mesmos pontos é o bonde da linha F, que vai pela orla.
Se você adquiriu um passe Muni, não precisa comprar o passe para o bonde histórico. A demanda dele é diferenciada, mas ele também faz parte do sistema.

Dia B

  • Chinatown
  • Financial District (só porque está no meio do caminho)
  • Ferrybuilding Market Place
  • Exploratorium
  • Alcatraz (os barcos para o tour noturno começam a sair a partir de umas 16h30)

san francisco, ferry building market place

O Exploratorium eu não consegui visitar (ainda), mas parece bem legal para a turma cientista e também para quem tem criança. Me pareceu uma versão bem pimpada da Estação Ciência, educativa lúdica. Antes ele ficava na Marina, junto ao Palace of Fine Arts, mas foi transferido para Pier 15 em abril de 2013.

Dia C

  • Golden Gate Park
  •  Haight-Ashbury
  • Hayes Valley
  • Alamo Square

Esquina Ashbury-Haights

Esse foi, mais ou menos, o roteiro do meu primeiro dia em San Francisco. Foi legal passear pelos bairros pra sentir bem o clima da cidade. Sobre o Golden Gate Park: vá com um plano de ação. Ele não é estilo Central Park, que você pode passear sem rumo de boa. Eu achei ele bem parecido com a Cidade Universitária aqui de SP, um florestão, um museu de vez em quando, um louco ocasional e, bem, o mesmo cheiro de “natureza”. Melhor ir já sabendo o que você quer ver, seja o De Young Museum (artes), a Academy of Sciences (tipo um museu de história natural), Jardim Japonês. Não é que o lugar é ruim, mas eu realmente não soube fazer.

Haight-Ashbury é o bairro hippie da cidade. Sim, ainda tem isso por aqui! Tem uma loja de discos muito grande chamada Amoeba (quando fui ainda estava fechada) e umas lojas de roupas esquisitas. É um passeio divertido! Hayes Valley é mais reacionário, hehe. É um bairro classe média alta, com vários restaurantes charmosos e lojinhas diferentes. Foi meu bairro preferido lá.

Dia D

Sim, pensei em mil piadas sobre invasão da Normandia. Mas, agora que já falamos do elefante branco do post, vamos seguir com a programação…
  • Presidio (não confunda com Alcatraz)
  • Walt Disney Family Museum
  • Golden Gate Bridge
san francisco golden gate bridge

Fiquei no barco, porque meu preparo físico não é legal…

A região do Presidio é um parque muito bonito, possivelmente vale um passeio de bicicleta. Para atravessar a ponte de bike, eu só recomendo se você tiver um preparo físico bem legal, porque tem uma subida meio punk nesse trajeto. Nessa área você pode bater seu retrato em frente do cafoníssimo Palace of Fine Arts. Não seja esnobe como eu,que nem passei por lá, aproveite e faça também uma pose bem cafona. O Walt Disney Family Museum fica por lá também e é um passeio legal pra quem tem interesse na vida e obra do cara. Acho que mesmo que você não ame o Mickey (nem o Donald) é uma visita interessante, porque não dá pra negar que o ele era um empreendedor bem visionário!

Outras sugestões: passeio de balsa até Salsalito, passar a tarde por lá. Também, você pode querer conhecer o Castro, o bairro que iniciou o movimento GLBT nos EUA.

Nossa… ficou maior post do recalque, hehe. Tantas atrações que eu queria ter ido e não fui porque estavam fechadas! Mas garanto que esse roteiro está mais que viável, você vai conseguir encaixar um monte de outras programações na viagem.

Mais sobre como montar um roteiro aqui. Todos os posts de San Francisco, aqui.

 

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Compras na California

São muitas as opções de compras na California. Acontece que mesmo as lojas mais exclusivas acabam abrindo, além de uma loja em Nova York, uma filial também na Costa Oeste (em LA ou San Francisco). Eu falei bastante sobre compras nos posts anteriores, enquanto contava sobre a viagem. Mas eu sei que fui muito discreta, rs. Para ninguém precisar ficar pescando informações por aí, resolvi juntar todas as dicas em um post só!
OBS: A sales tax da Califórnia é de aproximadamente 8,5%.

San Francisco

Meu maior pesar de não ter minha mãe conosco em San Francisco foi o tanto que ela ia aproveitar e fazer compras na Union Square. Lá funciona diferente de Nova York, que tem várias regiões conhecidamente boas de compras, com todas as lojas. Em San Francisco T-O-D-A-S as lojas de grandes marcas estão bem concentradinhas ao redor da Union Square. Sério, todas. De ROSS à Barney’s; dá pra ser mais abrangente? Acho que a pessoa consegue ficar uns três dias lá, só comprando! O comércio de rua é bem forte na cidade e, o único shopping que eu vi (bem bonzinho, por sinal) foi o Westfield, que também fica na Union Sq. Vejam aqui a listinha de lojas e restaurantes na região, dá pra ficar zonzo! E também ter uma noção do estrago em potencial na fatura do cartão!

compras na california

San Francisco: a cidade é linda e ótima para compras!

Mas recomendo não ficar somente nessa região. Na cidade toda você eventualmente vai esbarrar em várias lojas super autênticas e cheias de personalidade, como em Hayes Valley, Ashbury-Heights e a Fillmore Street, que tem as melhores lojas de cosméticos, incluindo marcas nicho.

Carmel

Cidade pequena, com foco no comércio de rua. Cheguei a ver um shopping, mas era bem pequeno, mais no estilo galeria. Vi algumas lojas de marcas mais conhecidas, como a Coach, e muitas lojas de marcas que eu não conhecia, mas cujas vitrines eram lindas. Fiquei muito frustrada das lojas estarem fechadas, em sua maioria, quando passeei por lá. As roupas eram muito bonitas mesmo. Não vi nenhuma loja muito grande ou magazine. Acho que as compras lá fazem a linha “coisa pouca, mas coisa boa”.

Santa Bárbara

Não fiquei muito tempo em Santa Bárbara, mas achei super bem suprida no quesito compras (e em todos os outros quesitos também). A State Street, principal rua da cidade, tem bastante lojas de ruas e, também, alguns shoppings centers. Os shoppings têm todas as lojas que gostamos e têm a vantagem de serem abertos, então você não sai do cenário de balneário por nenhum momento. Além disso, Santa Bárbara não fica tão longe do Camarillo Outlet, então nos hotéis e outros centros turísticos você já consegue ir colecionando muitos cupons de desconto!

Los Angeles

É complicado explicar o funcionamento urbano de LA. Eu nem sei se entendi o suficiente para explicar, mas são muitas áreas urbanizadas que são ligadas entre si por auto-estradas. Então é muito forte na cultura de Los Angeles usar o carro para ir a todos os lugares. Talvez por isso, a presença de shopping centers seja tão forte na cidade. Eu não tinha visto isso ainda em nenhuma cidade dos EUA tantos shoppings fechadinhos, no mesmo estilo que temos em São Paulo… mas com lojas e preços muito melhores!!!

As duas grandes vantagens de fazer compras em shopping é que você fica protegido da chuva e pode ir guardando as sacolas no porta malas do carro, pois o estacionamento é fechado. O maior, dentre os que eu conheci, é o Berverly Center. E eu tenho quase certeza que é mesmo o shopping que aparece no filme As Patricinhas de Beverly Hills. Ainda sobre shoppings, já postei aqui minha opinião sobre o The Grove, um shopping aberto e super charmoso.

compras na california

Rodeo Drive. Mais uma vítima do meu terrível hábito de fotografar dirigindo.

No comércio de rua, existe a famosíssima Rodeo Drive. Comparada com ela, Oscar Freire é favela! Além das lojas serem super chiques, lógico que não entrei em nenhuma, a rua em si é muito, muito bonita. Vale muito o passeio, principalmente à noite, quando fica toda iluminada! Um pouco mais no meu orçamento classe média, é a Third Street Promenade, em Santa Monica. Esse pedaço da rua é fechado para o tráfego e tem todas as lojas que gostamos. Mas, como não podia deixar de ser, tem um shopping no final da rua, com mais lojas (incluindo as grandes, como Sears e Bloomingdale’s).

Outlets

Assim como na Flórida e em Nova York, não é difícil encontrar um grande Premium Outlet durante seu roteiro na Califórnia. Os maiores são o Gilroy, que fica entre San Francisco e Monterey, e o Camarillo, num pequeno desvio entre Santa Bárbara e Los Angeles. Eu não cheguei a visitar nenhum deles, mas sei que são mais de 140 lojas em cada um pra você se esbaldar. Não se esqueçam de fazer cadastro no site para imprimir os cupons de desconto!

 

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Dicas rápidas de San Francisco

Duas dicas de San Francisco que eu não consegui encaixar em nenhum outro post, mas que valem muito compartilhar.

The Booksmith: 1644 Haight St.

The Booksmith: 1644 Haight St.

A primeira é a livraria Booksmith. É uma livraria independente que fica na Haight St. Entrei de curiosa, sem saber do que se tratava e me apaixonei. É uma livraria de leitores ávidos para leitores ávidos. Explico: além de ser linda, as prateleiras todas são cheias de cartõezinhos com recomendações de livros. Não entendi se as recomendações são feitas pelos funcionários da loja ou se qualquer um pode chegar e recomendar. De qualquer maneira, a ideia é ótima! Eu adoro encontrar esses estabelecimentos que sobreviveram às grandes redes, costumam transbordar personalidade. Não comprei nenhum livro, mas tirei algumas fotos clandestinas.

Prateleira cheia de cartões

Prateleira cheia de cartões (e o meu dedo)

Recomendações

Recomendações

A segunda dica é um passeio rápido, mas bem legal, o Cartoon Art Museum. Para quem curte histórias em quadrinhos, é um prato cheio!
A exposição não é muito grande e em uma hora e tanto dá pra ver tudo, mesmo que você leia todos os quadrinhos a mostra. Na época que fomos, tinha toda uma área reservada com material do filme Paranorman, que seria lançado em breve.

Cartoon Art Museum: 655 Mission St.

Cartoon Art Museum: 655 Mission St.

Rascunho da Cruella deVil

Rascunho da Cruella deVil

Momento nostalgia

Momento nostalgia

Cenário (?) do Paranorman

Cenário (?) do Paranorman

Em caso de levar crianças, eu verificaria no site as exposições atuais, pois alguns quadrinhos que eu vi por lá não eram muito apropriados, rs.
Ah! Nem preciso falar que esse museu tem a melhor gift shop de todos os tempos, né?

 

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San Francisco: transporte e localização

Se você estiver planejando viajar de carro pela Califórnia, é importante saber que não é necessário alugar carro em San Francisco. Pior, carro acaba sendo um estorvo na cidade, pois além de ser difícil encontrar vaga nas ruas, os estacionamentos particulares costumam ser bem carinhos.
O transporte público além de ser mais barato e te levar para todo lugar, dificilmente atinge o grau Gomes da Costa de lotação.

Mapa de rotas do BART.

Do aeroporto para o hotel:
A maioria dos aeroportos nos Estados Unidos possuem, além dos táxis, aquele serviço de van comunitária que vai deixando a galera nos hotéis. Mas, em alguns casos, a melhor opção em San Francisco é o BART. Alguns fatores devem ser levados em consideração; são eles: localização do hotel e quantidade de malas.
No meu caso, eu estava com uma mala grande e iria ficar hospedada pertinho da Market Street. Combinação perfeita! Depois de pegar a mala na esteira, é só ir seguindo as placas que orientam na direção do BART. Às vezes fica meio confuso, mas nada que você não possa pedir para um segurança te indicar a direção certa.

Dica importante: use dinheiro trocado. Se você não tiver trocado, troque o dinheiro numa das máquinas próximas às que vendem os bilhetes. Sério. Eu não prestei atenção e acabei saindo no prejuízo. A máquina dos tickets dá troco, mas até um limite. Não coloque sua nota de 20 dólares lá!
O preço da passagem de BART varia de acordo com o trajeto que você fizer (você passa o ticket na entrada e na saída, então não jogue fora). Basta olhar na tabela o valor correspondente (no meu caso, era a tarifa do aeroporto até Powell St) e colocar o dinheiro na máquina. Ela cospe o ticket e seu troco (ou parte do seu troco, se vc for meio lesado que nem eu). Nesse link dá pra calcular o valor da passagem, pra você já ter uma idéia.

Mapa de Downtown com rotas de ônibus e bondes

Pela cidade:
A cidade de San Francisco é cheia de pontos de ônibus. Tem pelo menos um por quarteirão e, lá você pode checar o mapa de transportes e também saber quanto tempo falta pro próximo ônibus chegar. O sistema MUNI é todo unificado e inclui bondes (streetcars e cable cars) e ônibus.

O melhor esquema que encontramos foi comprar um cartãozinho chamado Clipper. Ele funciona como um Bilhete Único melhorado que integra todos os sistemas de transporte da cidade. Você carrega o valor que quiser. A tarifa gira em torno de 2 dólares, mas idosos e estudantes tem um bom desconto.
Existem tarifas especiais se você comprar um passe de 1, 3, 7 ou 30 dias; nesses casos, você usa o cartão à vontade até a data limite. Aí, é necessário recarregar. Eu acho esse tipo de passe bem mais prático do que pagar as tarifas individuais; principalmente, pq costumo usar bastante (confesso: já andei de ônibus por 2 quarteirões, pra subir uma ladeira). Os ônibus param em todos os quarteirões então, se você perder seu ponto, o estrago não é muito grande.

Bhilhete Único melhorado. Fica a dica pro Haddad!

Bhilhete Único melhorado. Fica a dica pro Haddad!

Conseguimos ir a todos os lugares que queríamos usando o MUNI; as poucas vezes que usamos táxi foi por que não quisemos ficar esperando o ônibus, seja por pressa ou preguiça. Táxi lá não é uma extorsão, mas não vale a pena depender deles a viagem inteia.
Um detalhe interessante do é que não tem catraca. Então ninguém vai vigiar se você pagou ou não. Mas, a qualquer momento pode subir policial no ônibus para verificar se todo mundo pagou a passagem. Aí, se você trambicou…

badtime

Se você comprou o passe de X dias, não precisa passar o cartão no leitor toda vez (afinal, vai descontar o quê?), basta não deixar expirar o prazo.
Nesse link dá pra visualizar todas as rotas do MUNI.

Sobre hotel:
Uma região muito procurada pelos turistas é próxima ao Pier 39/Fisherman’s Wharf e, antes de viajar, eu fiquei muito na dúvida se não seria melhor pegar um hotel por lá. Durante a viagem, eu vi que fiz a decisão certa. Porque, além de ser limitada no quesito dos transportes, a região do Pier dá aquela sensação de “bolha fictícia”, meio fora da realidade da cidade. Não sei se gostaria de passar muito tempo por lá, não.

Pela facilidade de locomoção, eu recomendo hospedagem  num hotel na região da Union Square, o mais próximo possível da Market Street. Todos os dias eu e meu pai conversávamos sobre a localização perfeita do nosso hotel e sobre como era fácil pegar um ônibus pra qualquer ponto da cidade, pois quase todos passam pela Market! Apesar de ter me apaixonado pelo bairro de Hayes Valley, pretendo me hospedar no centro todas as vezes que voltar à San Francisco, exatamente pela grande oferta de transporte.

 

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Black Friday

A noite anterior já tinha dado a dica de que a Black Friday não seria uma insanidade lá na Union Square de San Francisco. Realmente, não foi.
Quando acordei, meu pai já estava voltando pro hotel com uns computadores que ele tinha comprado com um desconto ótimo na Office Depot, que ficava há umas 3 quadras do hotel.

Pegamos uma bebida no Starbucks e eu fui passear pelas lojas. Aliás, fomos os dois. Meu pai é super bonzinho, ele tem maior paciência de entrar nas lojas comigo, até ajuda olhando araras e me mostrando umas peças bonitas.
Realmente, as lojas estavam bem tranquilas e dava pra aproveitar muito as promoções. A única loja que estava caótica para entrar era a Apple Store. Mas, quem já foi em Apple Store sabe que são sempre meio caóticas. Fiz umas comprinhas na Anthropologie e na Sephora (essa estava cheia). O que eu notei é que a maioria das lojas tinha deals específicos para a Black Friday, mas não necessariamente a loja inteira por um dólar. Na Anthropologie, por exemplo, tinha 20% de desconto no valor final da compra, se você fosse cliente cadastrado (podia fazer o cadastro na hora) e na Sephora tinham uns kits de miniaturas por 10 dólares. Pelo menos lá, não era uma remarcação geral e totalmente insana; mas dava pra fazer bons negócios. Acho que a coisa doida mesmo deve ficar no Wal Mart e Best Buy, lojas desse tipo, porque fazem promoções realmente insanas e tem aquela coisa que só vale pros X primeiros itens, por isso o pessoal vira a noite na porta da loja e depois aparece uma turma pisoteada no noticiário.

Ferry Building Market Place

Ferry Building Market Place

 

Interior do mercado. Esse cupcake Miette, achei meio sem graça.

Interior do mercado. Esse cupcake Miette, achei meio sem graça.

Depois das compras, fomos almoçar no Slanted Door, um restaurante vietnamita, super bem cotado, que eu estava doida para experimentar. Esse restaurante fica no Ferry Building Marketplace, um lugar que, por si só, já vale o passeio. Aproveitamos para dar uma passeada pelas lojas e stands enquanto procurávamos o Slanted Door. Muita coisa de produtores locais (carne, queijos, leite, verduras, temperos), lojas de vinhos bem interessantes, inclusive com bar de degustação dos vinhos da região, e também muita opção de bakeries, sorveterias e outras comidinhas gostosas. Tinha até um stand de doces argentinos, vendendo muitas variedades de alfajores.

Slanted Door

Slanted Door

 

Interior do restaurante. Bati as fotos com pressa, medo de implicarem, então estão todos com esse foco ótimo.

Interior do restaurante. Bati as fotos com pressa, medo de implicarem, então estão todos com esse foco ótimo.

O Slanted Door é muito legal, a entrada dele fica do lado de fora do Ferry Building, você entra pelo píer, e as janelas de vidro são bem grandes, então o ambiente fica muito mais gostoso se o dia estiver bonito lá fora (no dia que fomos, estava 🙂 ).
Eu gosto muito de comida asiática, pois acho que a tendência é de que seja muito saborosa, gosto de como os ingredientes são menos processados do que temos visto atualmente na cozinha ocidental. A comida vietnamita parece um pouco a chinesa, mas é mais leve. Não sei definir comida direito, mas a impressão que eu tenho é que eles usam bem menos óleos que os chineses e que os pratos seguem uma linha levemente mais natureba. Talvez uma coisa mais tailandesa, mas sem tanta pimenta. Difícil definir, mas garanto que os pratos eram extremamente saborosos! O House of Prime Rib foi muito bom mas, pra mim, o Slanted Door foi a melhor refeição em San Francisco!

Crispy Vegetarian Spring Rolls

Crispy Vegetarian Spring Rolls

 

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Gingered Beef Sirloin

Depois do almoço, fiz mais algumas comprinhas no shopping e demos uma descansada enquanto aguardávamos o horário certo para o tour de Alcatraz. Não vou contar do passeio tudo de novo, mas nosso barco saiu do Pier 33 às 16h20 e, quando retornamos, já era noite. Demorou bastante tempo até conseguirmos um táxi para o hotel. Isso porque o ônibus ainda ia demorar a passar e nós fomos meio mamões de tentar pegar um táxi num cruzamento meio deserto. Só depois de uns 10 minutos assistindo carros cheios passarem por nós foi que lembramos que o Pier 39 estava logo ali e que o que mais tem lá é táxi.

A caminho de Alcatraz

A caminho de Alcatraz

 

A vida me ironizando... Essa unidade eu não conhecia! O suco é à vontade?

A vida me ironizando… Essa unidade eu não conhecia! O suco é à vontade?

Essa noite tinha esfriado bastante e tínhamos combinado de jantar com duas amigas que também estavam por lá na mesma época. Optamos pelo caminho mais fácil e fomos no restaurante que tinha em frente a nosso hotel (Annabelle’s). O lugar é legal, porque tem muita variedade no cardápio, então todo mundo fica feliz. Comi uma massa recheada de abóbora com molho de sálvia que estava deliciosa! Apesar de ser um prato meio manjado, tinha um pouco de canela do recheio. Eu gostei desse detalhe, porque deu toda a diferenciada no prato. Depois de um bom jantar, com uma companhia melhor ainda, voltamos para o quarto com a complicada missão de arrumar as malas. No dia seguinte: ESTRADA!

 

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