Muito além da roupa suja

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Seguro Viagem

Resolvi pegar carona com a reportagem do Fantástico de ontem, e falar um pouquinho sobre seguro viagem.

Em 1997, com 11 anos, eu tive um quadro de herpes zoster durante uma viagem à Disney. Esse tipo de herpes é como se fosse uma reincidência de catapora, mas localizada. Pra vocês terem uma idéia da zica: esse tipo de herpes é mais comum em pacientes acima de 50 anos e pessoas com sistema imune debilitados. E em mim, porque sou assim, diferenciada.  Rs

Na época, eu nem sei se a minha família sabia o que era seguro saúde. Eu sei que não tínhamos, e que não aceitaram receita dos meus pais (médicos brasileiros) para comprar o remédio na farmácia. Tivemos que ir numa clínica, pra eu passar em consulta e pegar uma receita.
Então, imaginem o prejuízo do tempo de passeio em potencial que foi perdido na clínica, a consulta e os medicamentos que não foram baratos (mas também não levou ninguém à falência, como no caso de uma internação), mais o tempo de espera no Walgreens até o medicamento ficar pronto. Quem conhece o Walgreens sabe bem o prejuízo que dá ficar uma hora passeando por lá, de bobeira (muitas compras!).

Depois dessa viagem, passamos sempre a adquirir o seguro viagem quando saímos do país, mesmo que fosse uma viagem mais curtinha. É um dinheiro que você gasta pra não usar. Mas, se precisar uma única vez, a economia já vai valer por todos os seguros comprados! Lá em casa, nós nunca mais precisamos. Mas tá na cara que a zica vai acontecer bem da vez que eu não comprar, então prefiro me garantir. Afinal, o custo é super pequeno quando você coloca em perspectiva com os outros gastos da viagem.

Para quem quer usar o seguro do cartão de crédito, recomendo que estude direitinho o valor da cobertura e o que está incluso. Quem assistiu o Fantástico, sabe que 30 mil euros podem ser gastos num piscar de olhos dependendo da gravidade do caso. Eu mesma, estava toda pimpona até descobrir que o seguro do meu cartão de crédito só cobria morte e invalidez. Então, pra mim, tem sempre valido a pena fazer o seguro por fora do cartão de crédito.

Por muito tempo usei a Assist Card, que foi indicação de um primo que é corretor. Meus pais aliás, usam até hoje. Como disse, nunca precisei usufruir da cobertura, mas o atendimento, pelo menos, sempre foi ótimo! Uma vez, deixamos para fazer o seguro no aeroporto e a impressora estava quebrada. A atendente foi, mais tarde, até o portão de embarque nos entregar o cartãozinho com o número da apólice. Achei super legal essa atenção e acho a Assist Card uma boa opção para quem não fala inglês.

Recentemente, descobri a World Nomads. Recebi a dica de uma amiga e, agora só faço com eles! É o melhor custo-benefício, porque é o menor custo pela maior cobertura. Eles oferecem coisas diferentes como cobertura para eletrônicos, esportes radicais, eventos, documentos, bagagem, atraso de vôos. No plano Explorer, tem até cobertura para acupuntura! Rs

A empresa fica na Dinamarca e, só isso já é o suficiente para eu confiar. Se você é um pouco mais criterioso, saiba que a World Nomads é recomendada também por gente muito maior do que eu, como a Lonely Planet e a National Geographic. Você faz todo o processo online e, se  no meio do caminho, resolver esticar a viagem, dá pra também prolongar a cobertura do seguro pelo site, sem perrengue nenhum. Eu adoro tudo que é resolvido pela internet, odeio telefone, então é uma boa vantagem para mim.

Na barra lateral é possível fazer sua cotação de seguro pela World Nomads.

Alguém já precisou usar seguro viagem? Deu tudo certo? Teve algum problema? Escreva sua experiência nos comentários e ajude os outros viajantes! 🙂

*Política de Transparência: O Desfazendo as Malas recebe comissão da World Nomads nas vendas realizadas pelos links. Todos as recomendações (locais e serviços) foram testadas e aprovadas pela blogueira.