Muito além da roupa suja

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Chegando/Saindo do aeroporto Charles de Gaulle

Confesso pra vocês que o aeroporto Charles de Gaulle me decepcionou um pouco, viu? Não sei se eu que estava muito perdida ou se caí num terminal zicado, mas apesar dele ser bem bonito, espaçoso e organizado, foi um sufoco encontrar lugar pra comer.

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O que aconteceu foi que chegamos em Paris no meio da tarde, e queríamos almoçar pra fazer uma horinha, pois ainda faltava muito tempo pro horário que combinamos com os donos do apartamento. Na volta, o vôo era noturno, então a gente queria jantar, pra se garantir e não depender da comida do avião (eu não sabia que iam servir um risoto maravilhoso, que me deixou com vontade de repetir).

Enfim, depois de andar pra cima e pra baixo, nessa jornada toda só encontramos dois balcõezinhos de lanchonete e um restaurante Paul, que estava com uma super fila de espera (o que só confirma a minha teoria de opções escassas. Isso foi altamente frustrante pra mim porque até em Congonhas, aquele aeroporto que simplesmente não funciona, é fácil encontrar um lugar pra comer. Então não contem com estômago muito cheio no aeroporto Charles de Gaulle, salvo se você montar sua marmita no duty free, rs.

 

Bom, mas isso foi só um desabafo-aquecimento para o verdadeiro assunto: como ir do aeroporto para o seu hotel no centro de Paris?
As opções são várias, eu vou falar sobre apenas sobre as duas que eu usei. Não me sinto com propriedade pra falar do que eu não fiz; se for pra fazer uma busca no Google e escrever aqui, é melhor vocês próprias fazerem a busca, né? Eu fiz a busca e, além de vários blogs, encontrei material em Português no site oficial dos aeroportos de Paris, então quem vai usar o aeroporto de Orly, também consegue as informações lá.

 

Táxi

Nossa ida e volta oficial (com as bagagens) fizemos de táxi. Pelas contas que tínhamos feito, dividir um táxi entre 3 pessoas sairia pouca coisa mais cara do que fazer o trajeto de ônibus ou metrô.
Saiu quase o dobro, rs. Mas tenho certeza que ninguém se arrependeu, porque o táxi nos deixou na porta do prédio, não precisamos arrastar mala em trem nenhum, em escada nenhuma (só a do apartamento) e nem ir caminhando vários quarteirões com toda a nossa bagagem. Paris era nossa última parada, então o termo nossa bagagem já tinha adquirido uma certa significância. Fora que as ladeiras e pedras de Edimburgo eram ainda um trauma muito recente em nossa vida, rs.

Turma, uma coisa muito importante! Parece alerta besta, mas é importante. No aeroporto, peguem táxi EXCLUSIVAMENTE NO PONTO, tá? Pensem comigo, em um dos maiores aeroportos da Europa, porque o taxista precisa fazer plantão no portão de desembarque pra pescar passageiros?
Se você respondeu que esse é um taxista golpista… PARABÉNS! Pode ir pegar o seu prêmio-chocolate na despensa. Então ignorem esse povo pilantra, mesmo que eles falem português, e entre na fila do ponto de táxi, com todas as outras pessoas sagazes. A corrida é por taxímetro, então depende do trânsito. Nosso apartamento era no Marais e pegamos bastante trânsito, saiu em torno de uns €60,00 (arredondando pra cima).

Na volta, a coisa é um pouco mais complicada. Porque Paris não é igual NY, que você encontra táxis livres na rua e é só acenar que eles param. Você precisa chamar por telefone ou internet. Eu agendei usando um app da TAXIS G7, e foi tudo certinho. Na hora marcada o taxista estava na nossa porta e já sabia que iríamos para o aeroporto.

 

Trem/metrô

Durante a viagem, eu também fui ao aeroporto Charles de Gaulle no dia do parque do Astérix, pois é de lá que sai o ônibus que te leva pro parque. O trem que faz o trajeto é o RER B3, e não tem muito como se perder, pois há muita sinalização pelo aeroporto, e mapas explicando o trajeto. Dependendo do terminal em que você chegar, talvez tenha que pegar um trenzinho – gratuito – até um terminal com estação de RER.
Para ir ao aeroporto, é só ficar atento ao painel eletrônico da estação, para não entrar no RER errado. Mas, como o aeroporto é a última estação, também não tem segredos! A tarifa do trem no trajeto CDG-Paris era de €8,40 em setembro de 2013. Lembre-se sempre de não jogar fora a passagem até sair da estação de destino, pois você pode precisar validá-la. Com a mesma passagem, você pode transferir do Metro para o RER; mas parece que não pode tranferir do RER para o Metro .

Eu tenho QUASE certeza que fiz essa transferência impossível quando estava voltando do Astérix, mas pode ser que tenha mesmo passado uma passagem nova e me confundi. O que eu SEI é que cheguei até o aeroporto com meu ticket simplão de Zona 1, do mesmo jeito que foi em Versalhes. A maior parte desses pode/não pode eu fiquei sabendo só depois, nem fiz com intenções de malandragem. Eu chegava na catraca e colocava meu ticket. Quando aceitava, eu entrava. Se não aceitasse, eu comprava um outro. Esse método de parar de ficar pensando sobre zonas e tarifas funcionou muito bem pra mim, tanto em Paris quanto em Londres. Então estou fortemente adotando esse jeito mais espontâneo de andar pelas cidades.

 
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